Sem escrúpulos perambulam as vagas fotos cefálicas.
Em esquema de guerra contra si mesmo
Em inércia na sua própria ironia
Mortificados no espírito e abstratos na carne,
Cachoeira obscura de lagrimas impuras, catarata de loucura.
Ranceniase porque a mão que acariciava agora agride e cospe, é irreal a visão do bosque.
E chora o sentimental poeta que não vê mais o céu escorrendo lagrimas de tinta sobre o papel.
No sonambulismo consciente.
Que o meu dia inconsciente não me proporciona,
Sinto tremores que reverberam,
Os neurônios em guerra
Impacto real nas placas tectônicas
Que ecoam e semitonam
Minhas raízes harmônicas em erupção
O calculo sombreia a inquietação
Resfriando o medo do diferente
Aspecto rotineiro ou mais um momento passageiro.
A maquina de lavar recebe sua próxima remessa...
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